Mercado de Trabalho valoriza profissionais com Pós Graduação

Se você deseja se qualificar para conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, veja a pós-graduação como um investimento seguro

O mundo evolui rápido, com novas técnicas e informações, e tecnologias que se reinventam a cada momento. Nas organizações, isso não é diferente. É uma evolução que precisa ser acompanhada pelo profissional, que deve se manter atualizado e informado. E em tempos de recessão econômica e processos seletivos cada vez mais concorridos, é nesse cenário que contar com uma boa pós-graduação em sua formação faz a diferença.

A valorização que o mercado de trabalho dá a profissionais com pós-graduação começa cedo. Segundo estudo da consultoria de carreira Produtive, recrutadores gastam em média apenas doze segundos na primeira triagem dos currículos em um processo seletivo. Por isso, é preciso se destacar desde o início, e um curso de pós-graduação em uma instituição renomada pode garantir a atenção do recrutador e destacar o seu currículo em meio a todos os outros.

A pós-graduação é valorizada porque, com ela, você pode desenvolver habilidades como análise crítica de problemas, ficar par de novas de novas ferramentas e metodologias e ainda expandir sua rede de contatos. Habilidades que representam um verdadeiro diferencial competitivo. Uma formação em uma pós como o PÓS ADM da FGV, por exemplo, robusta em gestão, proporciona um intercâmbio entre conhecimento e experiência prática, e isso demonstra para o mercado que você tem conhecimentos específicos relevantes.

Por isso, se você deseja se qualificar para conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, veja a pós-graduação como um investimento seguro. Na hora de escolher o curso, reflita sobre qual é o mais adequado para você e quais habilidades você deseja adquirir. E, claro, não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/mercado-de-trabalho-valoriza-profissionais-com-pos-graduacao/119975/

Saiba conciliar a jornada diária entre trabalho, vida pessoal e uma Pós Graduação

Com disciplina e persistência, é possível se adaptar a uma rotina atarefada e se dar bem em todas as áreas

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Conciliar uma jornada diária entre trabalho, aulas e atividades de uma pós-graduação e compromissos da vida pessoal é uma missão que requer muito planejamento. O ritmo acelerado de uma vida com tantas atividades pode parecer difícil para quem deseja embarcar nessa aventura, mas a verdade é que, com disciplina e persistência, é possível se adaptar a essa rotina e se dar bem em todas as áreas. Confira algumas dicas:

1. Otimize seu tempo
A primeira coisa a se fazer, se você deseja trabalhar e fazer uma pós-graduação, é otimizar o seu tempo. Descubra quais são os vilões da sua produtividade, as atividades e distrações que consomem seus momentos livres e não contribuem para o seu crescimento. Isso não significa que você precisa deixar para trás atividades que são importantes para você, como exercícios físicos, e sim que organizará seu horários para deixar tempo para o que é relevante.

2. Tenha disciplina
Não adianta montar horários, cronogramas e se livrar das distrações se você não tiver disciplina para cumprir suas tarefas. Tanto no trabalho como na pós-graduação, você terá prazos e precisará de esforçar para atender a todas as demandas. Tenha disciplina com os seus horários e objetivos, para tirar o máximo proveito possível.

3. Busque sempre o equilíbrio
O equilíbrio é a chave para qualquer jornada. Por isso, evite que uma área de sua vida acabe “sufocando” a outra. Quando estiver no trabalho, ou em aulas e momentos de estudo, concentre-se em suas obrigações e não abra espaço para distrações. Também não use o tempo dedicado aos estudos para fazer tarefas do trabalho, por exemplo. E em sua vida pessoal, seja em momentos de descanso ou de estar com a família e amigos, não deixe com que as preocupações de sua carreira atrapalhem suas relações.

4. Lembre-se dos objetivos
Se você escolhe cursar uma pós-graduação, para se qualificar ou se atualizar, provavelmente tem bons motivos. Em meio ao estresse, talvez você esqueça disso. Então, em momentos difíceis, lembre-se sempre das metas que traçou para si e que serão possíveis de serem conquistas após o curso, como conquistar um cargo melhor, mudar de área ou se manter competitivo no cargo que já ocupa.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/saiba-conciliar-a-jornada-diaria-entre-trabalho-vida-pessoal-e-uma-pos-graduacao/120033/

Networking: como ser estratégico em um momento como o atual?

Enquanto a network tornou-se um ‘modus operandi’ entre os profissionais; o relacionamento estratégico define o plano de aproximação com pessoas e/ou empresas que possam interessar fazer parte da sua network

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Networking é um termo em inglês que diz respeito à rede de contatos que uma pessoa tem e os relacionamentos pessoais e profissionais que mantém com ela. Como a própria palavra já diz, ‘net’ significa rede e ‘working’ trabalhando. Quanto maior for essa rede de contatos, maior a chance de se obter sucesso nas atividades profissionais e, até mesmo, de obter uma boa e nova colocação profissional.

Existe um diferencial entre networking e relacionamento estratégico: enquanto a network tornou-se um ‘modus operandi’ entre os profissionais; o relacionamento estratégico define o plano de aproximação com pessoas e/ou empresas que possam interessar fazer parte da sua network, objetivando agregar novas experiências, força do grupo e até satisfação pessoal em ajudar. Uma valiosa formação de rede de contatos úteis.

Listo algumas dicas para ativar seu networking, por intermédio de um assertivo plano de relacionamento estratégico:

· Em tempos atuais não basta ser um bom profissional. Para ter sucesso em sua carreira você precisa formar adequadamente seu networking. Um bom começo é reativar contatos com pessoas que passaram em sua vida e que com as quais perdeu contato, como um amigo de faculdade ou um ex-colega de outra empresa. Procure-os em seus aniversários, por exemplo. Com o advento das redes sociais, hoje é fácil localizar as pessoas.

· Se você conseguiu localizar as pessoas que planejou, você precisa passar para a próxima fase, a dos encontros pessoais, como um almoço ou um happy hour. Seria o momento de programar uma reaproximação, ocasião para reviver fatos marcantes e até os engraçados de suas épocas passadas. Mas é preciso cuidado, pois tem de ser um relacionamento natural, tanto de sua parte quanto a dos outros: tentar ser íntimo de alguém que você não conhece bem, poderá não dar certo. É preciso ter coerência e fazer dos relacionamentos uma via de mão dupla, onde ambos possam circular – deve haver interesse mútuo –, senão não funcionará. Outro detalhe é que você deve escolher estrategicamente de quem se aproximará mais, pois projetar-se a todo um grupo pode não dar certo; tenha uma ou duas pessoas em mente, assim será mais fácil estabelecer a empatia e a sinergia.

· Converse sobre os mercados em que atuam. A troca de informações é importante! Se tiver oportunidade pode até pedir uma indicação de um contato na empresa em que este amigo trabalha, deixando claro que se não puder ajudar será compreensível.

· Procure ser solícito, pois não só você precisa de orientações, conselhos, indicações e recomendações de amigos, todos precisam; esteja pronto para contribuir com seus pares. Não se engane: sempre temos algo a oferecer aos nossos contatos.

· Seja humilde e peça aos amigos mais chegados opiniões honestas sobre você e no que precisa mudar. Ninguém é perfeito, todos temos deficiências ou algo a melhorar perante os outros.

· Não se esqueça que é de suma importância saber ouvir atentamente quando o outro está falando. Pode ser a dica mais importante para o sucesso com sua network. Da mesma forma, reconheça e elogie o seu parceiro pelos seus sucessos pessoais e profissionais, sem bajulação ou adulações. Assim estará demonstrando que você se importa com o parceiro e que ele é digno de sua total atenção e confiança.

Criar e manter a network deve ser uma prática diária de qualquer profissional, seja qual for sua idade, cargo ou área de atuação. Cultivar antigos contatos e investir em novas relações profissionais são atitudes estratégicas. Como diz a reflexão: “ninguém é uma ilha!”

*Norberto Chadad é CEO da Thomas Case & Associados, consultoria de gestão e transição de carreiras com 40 anos de mercado, e tem “Paixão por Pessoas”.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/networking-como-ser-estrategico-em-um-momento-como-o-atual/119950/

O que engaja as novas gerações? Mar turbulento ou mar de oportunidades?

Empreender é não ter medo do mundo de possibilidades que surgem todos os dias

Você gostaria de ganhar menos? Pelo menos por um tempo? Abrir mão da sua estabilidade e se aventurar em águas mais turbulentas que lhe põe frio na barriga e medo? Esse, talvez, seja o maior questionamento dos empreendedores do passado. Jovens talentos da nova geração buscam essas águas para se aventurarem. Gostam do mar revolto, pois sabem que irão encontrar mares mais calmos mais à frente.

Empreender é não ter medo do mundo de possibilidades que surgem todos os dias. A geração anterior viveu uma fase muito difícil no Brasil, onde não havia emprego e nem perspectiva de melhora. Tínhamos nossa autoestima lá embaixo, onde o grande propósito de vida das pessoas estava condicionado a conseguir um emprego. Portanto, era comum pessoas conseguirem empregos e se agarrarem a ele com profunda veneração e dedicação, fazendo carreira e permanecendo por lá por várias décadas até se aposentar.

Esse cenário ocorria em um mundo sem internet. Apesar de estarmos completamente conectados com a internet, muitos de nós não enxergam a rede como uma nova forma de empreender e fazer negócios, mas sim como apenas mais uma ferramenta de comunicação.

A internet tornou o ambiente corporativo e dos negócios muito mais dinâmico, onde não é necessário ter uma estrutura fixa pesada como os empreendedores do passado eram obrigados a construir, focando mais no patrimônio do que no negócio.

Essa é a chave que as novas gerações já trazem com elas, pois não pensam em estrutura física, mas sim em solução, proposta de mundo melhor e consequentemente prosperidade, muita prosperidade, sem estar presas a regras, apenas às suas próprias regras.

A felicidade no trabalho está relacionada diretamente com a liberdade que as novas gerações estão escolhendo para se conectarem a propósitos aliados com seus dons e talentos.

De acordo com pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), publicada em dezembro de 2016, que estudou a geração Y e o seu comportamento empreendedor, dois em cada três jovens brasileiros pensam em abrir o próprio negócio nos próximos três anos. Essa geração é mais ousada e conectada com seus dons e talentos, pois teve pais que trabalharam mais o alicerce para uma geração mais livre e mais feliz também.

Ricardo Seperuelo – Mestre em Sistemas de Gestão com especialização em Governança Corporativa pela UFF (Universidade Federal Fluminense), autor do livro A Arte de Engajar Pessoas, diretor da Escola de Alto Desempenho da Seperuelo Consultoria e coordenador da Escola de Pós-Graduação do Centro Universitário Uniabeu nas áreas de gestão, gerenciamento de projetos, gestão de processos, gestão empresarial e gestão de pessoas.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/o-que-engaja-as-novas-geracoes-mar-turbulento-ou-mar-de-oportunidades/119998/

Como responder à pergunta mais importante de uma entrevista de emprego

Como responder à pergunta mais importante de uma entrevista de emprego

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É a pergunta que está por trás de toda decisão do seu possível empregador, seja durante a fase de análise de currículo, ou a fase de entrevistas: “Por que nós deveríamos contratar você?”. Segundo o autor David Jensen, raramente essa pergunta é feita de forma direta e clara, mas os candidatos precisam sempre mantê-la em mente, e se preparar para respondê-la fortalecendo o currículo para além das experiências e conhecimentos técnicos.

“É claro que você precisa desenvolver habilidades técnicas que farão de você um bom candidato. Isso é o básico. Além disso, há uma série de habilidades que você deveria levar em conta para saber responder à tal pergunta”, afirma Jensen em um artigo publicado no Science. Ele se refere às “soft skills”, competências que estão mais ligadas aos perfis pessoais dos candidatos e não são necessariamente mensuráveis.

Para Jensen, para mostrar a um potencial empregador que você é uma boa escolha, é ideal que você tenha três “soft skills” essenciais: habilidades de comunicação, de escrita e de negociação.

– Comunicação. Para melhorar suas habilidades de comunicação, Jensen recomenda que você seja mais sociável, e que se insira em atividades em grupo, para que possa praticar apresentações, discursos e como envolver um público, por menor que ele seja. “Trate toda oportunidade de falar com um grupo como uma experiência valiosa. Não jogue slides em uma apresentação sem refletir sobre quais são os seus argumentos e como você irá expressá-los, por exemplo”, aconselha.

– Escrita. Trabalhar a habilidade de escrita é essencial porque, segundo o autor, até mesmo as pessoas que se comunicam muito bem pessoalmente podem encontrar dificuldades quando precisam expressar argumentos e explicações no papel. O ideal é que você pratique a escrita e peça a revisão de colegas, para escutar feedback e tentar evoluir. Para um treinamento mais formal, aulas de gramática e escrita podem ser valiosas.

– Negociação. Estudantes e pós-graduados geralmente negligenciam essa categoria, afirma o autor. Mas com prática, é possível aprender mais sobre a arte de negociar, que será útil não só em uma oferta de emprego, mas também em situações em que você precisa argumentar com algum superior ou colega, por exemplo. Na verdade, é uma habilidade que pode ser usada diariamente para trazer resultados positivos para sua carreira.

Evidencie o seu valor

Desenvolver essas habilidades é um passo crucial em direção à sua contratação, mas ainda é preciso realmente explicar porque você deve ser contratado, mesmo que não ocorra uma pergunta explícita. Por isso, Jensen aconselha que você explique, com todas as letras, porque tem o perfil ideal para a vaga e a empresa, mesmo que em um parágrafo rápido dentro do currículo ou por email.

Mas o autor lembra que, além de elencar suas habilidades, é preciso explicar o que você é capaz de realizar com elas. “É por isso que é importante desenvolver um breve resumo que cause impacto para incluir no topo do seu currículo. Vale a pena gastar um tempo para fazer isso do jeito certo e para customizar a descrição de acordo com o trabalho que você quer”, recomenda Jensen. Mais do que em qualquer outra situação, é nessas poucas linhas que você pode impressionar o empregador e garantir a sua contratação.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-responder-a-pergunta-mais-importante-em-uma-entrevista-de-emprego/119642/

5 dicas de empregadores para ir bem na entrevista de emprego

Ter habilidades e experiências comprovadas é muito importante na hora da contratação – mas para se destacar é preciso ir além

Um currículo bem feito e uma boa apresentação pessoal são importantes em uma entrevista de emprego – disso, todo o mundo sabe. Porém, em conversa com os executivos brasileiros no IT Executive Summit 2017, evento realizado pela CompTIA com 17 líderes de tecnologia, ficou claro que outros fatores chamam a atenção na hora da contratação.

Primeiramente, um currículo bem feito não necessariamente requer um documento recheado de conhecimentos técnicos em TI. Por todas as possibilidades de crescimento que apresenta, a área de tecnologia atrai muita gente – pessoas que estão trocando de ramo de atuação ou em início de carreira. Mostrar-se aberto a novos conhecimentos é uma postura valorizada diante desse cenário de constante mudança e aprendizado. Candidatos autodidatas, com sede e ansiedade de crescimento, entusiasmam empregadores e tornam o ambiente mais vibrante.

O raciocínio lógico também é prestigiado pelas empresas. Conhecimentos sobre soluções específicas são importantes, claro, mas, por outro lado, isso pode ser limitador – as plataformas propositalmente possuem diferenças, dependendo dos fabricantes. Quem faz análises a partir de conceitos de base, então, sai na frente, por seguir uma linha de raciocínio que se flexibiliza e permite ações assertivas diante das situações.

E se engana quem pensa que trabalhar com TI é estar isolado do resto da empresa, cuidando somente de tarefas feitas remotamente. Os líderes procuram colaboradores que tenham espírito de equipe e sejam agentes integradores. Afinal, todo mundo em uma empresa lida com tecnologia de alguma forma (nem que seja com seu próprio smartphone) e para arraigar uma cultura de segurança da informação na comunidade interna de uma companhia, é preciso estar em diálogo com todos os setores.

Para que essa conversa aconteça, é preciso saber trabalhar com o público. Pessoas com habilidade de liderança podem constituir pontes e mover mudanças internamente, e ainda tendem ganhar projeção para evangelizar públicos externos, de interesse da empresa.

A tecnologia se difundiu tanto nos últimos 20 anos que todos entendem um pouco do assunto, mesmo que como usuários. As áreas de negócio e TI traçam discussões que vão do que é necessário (tecnologicamente) para o que é possível (financeiramente). Conhecer modelos de negócios pode enriquecer discussões entre esses dois universos e trazer novas soluções para a corporação.

Leonard Wadewitz — Director da CompTIA

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-dicas-de-empregadores-para-ir-bem-na-entrevista-de-emprego/120078/

Quem mexeu no meu bom humor? Um guia pessoal para manter a positividade nos negócios

Pessoas positivas são também muito mais eficientes

Você já trabalhou em um ambiente tóxico? Se sim, sabe o quão negativo é atuar ao lado de pessoas desmotivadas, constantemente reclamando de suas funções e insatisfeitas com o desenvolvimento de suas carreiras. Quase que inevitavelmente, você acaba sendo influenciado por toda aquela carga negativa que pode transformar, sem meias palavras, seu cotidiano profissional em um verdadeiro inferno.

Quando passamos para o outro lado de uma organização, ou seja, a partir do momento que começamos a liderar uma equipe, dois dos nossos maiores desafios são:

– Manter nossos colaboradores motivados;

– Permanecer em um estado de espírito positivo, mesmo diante de dificuldades, visto que, um líder constantemente mal-humorado só irá corroborar para um péssimo ambiente de trabalho.

Além do mais, uma coisa importante jamais deve ser esquecida: pessoas positivas são também muito mais eficientes. Alguns estudos apontam que colaboradores de bom humor são capazes de resolver até 20% mais problemas difíceis do que funcionários mal humorados.

Pensando nisso, listei sete dicas práticas e objetivas que uso no meu dia a dia para continuar com a motivação em alta, mesmo diante dos comuns obstáculos de nossa rotina. Que tal acompanhar? Acredito que as dicas podem ser válidas também para você!

01. Trabalhe a aceitação: as coisas nunca são como você imagina

Qualquer pessoa que já tirou uma ideia do papel e a concretizou na vida real sabe: há sempre mudanças entre aquilo que idealizamos e o que foi, de fato, realizado. Isso ocorre porque tudo que imaginamos, obviamente, só existe no plano das ideias.

Por isso, um bom líder deve ter serenidade para aceitar as eventuais alterações de rota que ocorrem em várias etapas de nossa vida profissional – da execução de um plano estratégico a fundação de uma empresa.

Isso não quer dizer, claro, que você não precise ser exigente consigo ou com sua equipe na execução de metas, mas sim, que deve ter a sabedoria para compreender que o objetivo alcançado pode diferir – às vezes em detalhes e em vários casos para melhor – da ideia inicial.

02. Treine seu cérebro com a mudança de hábitos

Se você é naturalmente tenso ou um mal-humorado crônico, saiba que é possível treinar seu cérebro para adotar uma postura mais positiva. Dentre as técnicas para conquistar tal feito, acredito que não há nada melhor do que adotar certas rotinas mais coerentes com uma visão positiva da vida.

Dentre estes hábitos, cito três que considero bem interessantes:

Eventualmente, faça listas diárias com coisas agradáveis que lhe ocorreram: há sempre algo a se valorizar;

Incentive alguém: passar um reforço positivo para um colaborador é uma forma de exercitar a empatia;

Cuide de sua mente: envolva-se com atividades capazes de tornar a sua rotina mais leve e prazerosa. Escolha uma atividade que seja a sua cara. Muita gente encontra na corrida uma válvula de escape para o stress do dia a dia. O Yoga é uma opção que cuida do físico e do espírito, ou mesmo tocar um instrumento musical pode te levar a relaxar e renovar as energias. Eu encontrei no Muay Thai, a fonte que me garante relaxamento e renovação.

03. ‘Apaixone’ seus colaboradores e construa boas relações

Do mesmo modo que estar rodeado de pessoas negativas afeta a forma como você enxerga seu trabalho, conviver com colaboradores bem-humorados é uma ótima maneira de manter-se, você também, mais motivado.

Para tanto, é crucial construir boas relações e, sempre que possível, ser um líder inspirador, capaz de fazer suas equipes se apaixonarem pelo trabalho que estão desenvolvendo. Contratar quem, de fato, ama o que faz facilita em muito a estratégia. Durante um processo seletivo, investigue mais do que os quesitos técnicos e entenda se o candidato caiu de paraquedas na profissão ou, de fato, escolheu aquele caminho para a vida.

04. Seja sincero, mas não perca a empatia

Como você se sente quando alguém lhe faz uma crítica em público? Pode ser sincero, a experiência não é muito agradável, certo?

Neste sentido, é sempre de bom tom adotar uma prática simples, mas eficaz: elogie em público e aponte as falhas pessoalmente.

Deste modo, além de não expor seus funcionários, você estabelecerá uma relação de respeito e confiança para com eles.

Entenda o contexto de cada situação e seja empático para não perder o controle de suas equipes.

05. Valorize seus sucessos e não se martirize com as falhas

É muito comum darmos pouco valor as nossas conquistas, sobretudo quando estamos falando de pequenos sucessos do cotidiano.

De modo contrário, costumamos dar um peso enorme e desproporcional aos nossos equívocos.

O segrego aqui é alterar essa lógica. Entenda seus erros e procure melhorar, mas de nada adianta alimentar um sentimento de culpa no ambiente de trabalho. Além disso, dê valor para cada ação bem-feita de sua jornada, pois elas podem ser a base de sua motivação para os dias difíceis.

06. Concentre-se em você e nas suas atividades

Você já reparou que quando estamos com a cabeça cheia de demandas tendemos a perder o humor e a motivação muito rapidamente? Para evitar o acúmulo de exigências internas, concentre-se em você e na realização de uma atividade de cada vez.

Afinal de contas, é melhor fazer uma atividade bem-feita do que várias tarefas mal executadas. Este processo irá te ajudar, inclusive, a organizar melhor suas obrigações e reduzir o tempo de entrega de qualquer incumbência.

07. Por fim, descanse!

Ninguém é de ferro, não é mesmo? Sendo assim, qualquer um ficará mal-humorado se não tiver uma boa noite de sono. Recarregue as energias para ser capaz de “contaminar” seu ambiente de trabalho com boas vibrações.

Braulio Lalau de Carvalho — CEO da Orbitall, empresa do Grupo Stefanini – clique aqui para visualizar a foto em alta definição

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/quem-mexeu-no-meu-bom-humor-um-guia-pessoal-para-manter-a-positividade-nos-negocios/120077/

Por que guardar dinheiro embaixo da cama é melhor do que a nova previdência?

Desde que a moeda não mude e os papéis de hoje sejam válidos daqui a algumas décadas, seu cofrinho particular pode ser mais vantajoso

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Se você ganha R$ 1.000 por mês, R$ 80 desse valor são destinados à previdência e, à parte, a empresa em que você trabalha contribui mais ou menos com mais R$ 200.

São R$ 280 em seu nome na conta da previdência todos os meses.

Ao longo de 49 anos, serão – numa projeção crua – R$ 165 mil.

Mesmo considerando as perdas (inflação) e ganhos (juros, correção monetária) sobre o valor e sabendo que esse número não é exato, é razoável dizer que entregamos ao governo dinheiro suficiente para bancar uma aposentadoria com valor igual ao salário que temos atualmente por mais uns 13, talvez 15 anos. Guarda aí esse número.

Para o FGTS, seu empregador destina mais ou menos o mesmo valor que é descontado do seu salário para o INSS (8%). Ou seja, R$ 80 daqueles R$ 1.000.

Em 49 anos, serão 47 mil.

Agora vamos somar: 47 mil (FGTS) + 165 mil (INSS) = 212 mil (soma entregue ao governo)

Isso banca cerca de 17 anos de um salário igual ao que você tem hoje, no cálculo cru.

Agora pegue esses 17 anos e some aos 49 de contribuição. Você chegará ao cabalístico resultado 66.

A expectativa de vida do brasileiro hoje é de 73,6 anos. Assim, para usufruir de todo o valor que deu ao governo ao longo da vida profissional, você deve ter começado a contribuir aos 7 anos de idade ou terá que assistir a muito Globo Repórter para descobrir o segredo de longevidade dos japoneses e ultrapassar a média brasileira.

Se não é seu caso, minha sugestão é largar a carteira de trabalho, cair na informalidade e começar a guardar dinheiro embaixo do colchão, que é mais vantajoso.

P.S.: Sim, esse é um cálculo simplista e uma análise muito fria sobre o que significam a previdência e o fundo de garantia. Você pode argumentar que é com o caixa desses depósitos que fazemos mês a mês que o governo banca muitos dos seus gastos. O FGTS também pode ser sacado antes do tempo, se o trabalhador for demitido e quiser usar o dinheiro. E, se todo mundo parar de contribuir hoje, o estado brasileiro entra em colapso. Mas um dado não muda o outro e, para você, continua sendo um mau negócio.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/por-que-guardar-dinheiro-embaixo-da-cama-e-melhor-do-que-a-nova-previdencia/100550/

10 dicas para quem busca recolocação no mercado de trabalho

Confira as principais orientações de especialistas em recrutamento para quem está desempregado

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A empresa global de recrutamento Robert Walters compilou as dicas de ouro de especialistas em recrutamento para quem está em busca de recolocação no mercado de trabalho. As orientações foram fornecidas durante o seminário Back to the Game, promovido pela empresa para auxiliar executivos de nível médio e sênior afetados pela crise que o país atravessa e que estão em busca de recolocação no mercado de trabalho.

Kevin Gibson, CEO da Robert Walters para a América Latina, defende que o período de crise teve impacto direto nos níveis de contratação, mas observa o início da recuperação como um horizonte otimista. “As solicitações de nossos clientes por novos executivos estão diretamente ligadas ao otimismo das organizações em relação ao mercado, por isso acreditamos que o reaquecimento da economia brasileira será revertido, em curto prazo, em aumentos no número de contratações”, afirma.

1) Construa uma visão a longo prazo

Saber aonde se quer chegar é o primeiro passo para construir uma trajetória profissional de sucesso. No período entre empregos, isso não deve ser diferente. Focalize as oportunidades que tenham consonância com seu ideal de realização profissional, em vez de agarrar a primeira chance que aparecer. Avalie as situações que se colocarem à sua frente para tomar decisões mais deliberadas.

2) Mantenha-se conectado nas redes sociais

As redes sociais, sobretudo o LinkedIn, são ótimas ferramentas para se manter em contato com o que está acontecendo nas organizações. Acompanhe notícias, artigos e novidades sobre as empresas do segmento em que você busca se recolocar. Além de ficar próximo da realidade do mercado, estar conectado permite que você estabeleça e mantenha vínculos valiosos para a sua carreira: o networking.

3) Construa e reaqueça relacionamentos constantemente

Cuide de seu networking não só no momento entre empregos. Manter relacionamento constantemente é uma maneira de ser visto pelo mercado. Em um período de busca por recolocação, contar com um colega da área de Recursos Humanos para avaliar seu currículo e fornecer orientações pode ser um grande trunfo.

4) Aproveite o tempo livre para se aprimorar profissionalmente

A busca por um novo emprego não é e nem deve ser sua principal ocupação. Aproveite o período de transição para procurar especializações que aumentem suas qualificações e potencializem a sua busca por um novo emprego. Encare o período como uma fase dedicada ao seu autoconhecimento. Coaching com viés de recolocação pode ser uma boa estratégia.

5) Personalize o seu currículo de acordo com cada vaga

Um recrutador recebe centenas de currículos diariamente. Destacar-se nesse volume de candidatos envolve ressaltar o que cada vaga pede e prender a atenção do recrutador nas primeiras linhas. Customize seu currículo de acordo com cada área a que você esteja se candidatando.

6) Aprenda sobre a empresa – não só pelo site institucional

Antes de uma entrevista, conheça o máximo que puder a empresa em que você está pleiteando uma vaga. Assista aos vídeos publicados nas redes sociais, conheça os prêmios recebidos pela organização e leia reportagens sobre os executivos.

7) Seja transparente e demonstre interesse na medida certa

Durante a entrevista, é importante mostrar-se interessado na vaga, mas não seja demasiadamente efusivo. Ser transparente nesse momento é essencial, no entanto, seja razoável, evite assuntos polêmicos e mostre o que você está fazendo no período para se adaptar e se qualificar para o mercado. O recrutador sabe com detalhes o perfil de profissional que a vaga requer.

8) Evite falar mal do seu trabalho e equipes anteriores

Seja claro quanto a seus objetivos de carreira, e tente não se atentar a assuntos delicados ocorridos em empregos anteriores. Neste momento, o importante é ser você mesmo sem desrespeitar empresas e profissionais com os quais você já esteve envolvido.

9) Seja assertivo nos contatos com diretores de Recursos Humanos

Muitos diretores de Recursos Humanos recebem dezenas de e-mails e mensagens em redes sociais de profissionais em busca de vagas. Evite gerar spam nas caixas de entrada dos recrutadores e, em vez disso, faça contatos assertivos. Por que enviar seu currículo por mensagem no LinkedIn, por exemplo, se todos os seus dados constam em seu perfil?

10) Tenha paciência para aguardar os feedbacks

Ao final da entrevista, alinhe quais serão os próximos passos com o entrevistador. Um profissional que exagera no follow up com o RH da organização pode ser mal visto e acabar minando sua chance de conquistar a vaga.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/10-dicas-para-quem-busca-recolocacao-no-mercado-de-trabalho/120097/

6 dicas para uma vida financeira mais próspera

Devido a falta de educação financeira, a maioria das pessoas acha muito difícil cuidar das finanças pessoais e acaba deixando essa área sempre de lado. Mas com dicas bem práticas você verá que é mais simples que parece.

Sabe, eu vivi muitos problemas financeiros na minha vida e sempre achava muito difícil tudo o que estava relacionado a finanças pessoais, principalmente porque associava cuidar do dinheiro com economia, planilhas difíceis e muitos cálculos! E quanto mais fui conhecendo a educação financeira e praticando conceitos como os que seguem abaixo, mais fui percebendo que a prosperidade é algo muito mais simples que parece e mais, criar um hábito diário de pensar, falar e se relacionar com o tema dinheiro, é a melhor forma de construir a Prosperidade Total.

Para te auxiliar nessa jornada, seguem as 6 dicas práticas para começar já!

​1 Anote todos os seus gastos – Anote diariamente tudo o que gastar, seja comprando, pagando ou doando, coloque no papel ou na planilha, como achar mais prático para ter disciplina. Comece com uma meta mínima de 30 dias fazendo esse levantamento real de onde está gastando. Você sairá do “modo achômetro” e terá um raio X verdadeiro da sua vida financeira, podendo fazer devidos cortes naquilo que é supérfluo, além de perceber os “escapes” de dinheiro que nem percebia. Sugestão – tudo o que economizar com consciência, guarde num “pote da economia” mesmo que seja escrevendo num papel o valor economizado e veja o saldo total economizado no final do mês!! Isso te dará um sentimento de motivação para seguir em frente cada vez melhor!

2 Faça orçamentos e compare preços – Hoje em dia é mais fácil com a própria internet e as concorrências de produtos e serviços. Fazer orçamentos para compras especiais e/ou grandes, para viagens, compras de eletrodomésticos e afins, entre outros, e especialmente quando é algo de alto valor, pode render uma economia grande no final do mês. Use um pouco do seu tempo semanalmente para comparar alguns preços e tome nota do que economizou para que possa seguir cada vez mais consciente e motivado na sua jornada de prosperidade.

3 Durma antes de decidir comprar algo – Dormir é uma excelente forma de sair dos seus cérebros instintivo e emocional, e vale para tudo o que desejar decidir comprar. Se após uma boa noite de sono você ainda quiser comprar, já terá saído do seu emocional/impulso. Se o item for de valor muito maior como veículos ou imóveis, aguarde pelo menos 1 mês para tomar a decisão. Atenção: Pessoas entediadas tomam decisões precipitadas. O contrário é verdadeiro.

4 Gaste dinheiro com experiências – Prefira experiências a bens de consumo. Muitas vezes tentamos suprir necessidades com bens de consumo e a felicidade é temporária. E com experiências é diferente, pois a experiência marca a sua vida. (Sugestão – faça uma lista de coisas que gosta de fazer, da mais simples a mais complexa e divirta-se! Vai perceber em vários momentos que as melhores coisas da vida são inclusive de graça!)

5 Pague a você primeiro – Separe pelo menos 10% da sua receita para sua poupança de investimento ou mesmo para construir uma reserva de emergência. E faça isso em primeiro plano, ou seja, assim que o dinheiro cair na conta, já separe um valor. Mesmo que seja inicialmente algo simbólico como 30,00. Aliás desmistifique pois você pode aplicar, por exemplo em títulos públicos a partir de 30,00 acredita? Então comece agora, pois no futuro, poucos reais vão fazer toda a diferença lá na frente!!​

​6 Dízimos e doações – Faça parte do ciclo da abundância doando 10% do que receber para uma instituição ou causa que lhe faça sentido. A doação tem vários sentidos importantes como ajudar pessoas que você não poderia ajudar fisicamente presente, além de significar desapego ao dinheiro e te garanto que isso é bem reconhecido pelo universo, e a recompensa é sempre mais prosperidade, desde que o real sentido seja o amor e a ajuda sincera.

Para finalizar essa reflexão prática, recomendo que você estude educação financeira. Siga pessoas que falam sobre isso, leia livros dos autores da área, ouça áudios não só sobre finanças como sobre empreendedorismo pois esse tema ajuda a ampliar a visão de possibilidades, projetos e até mesmo de criação de renda extra e residual.

E se precisar de ajuda, contrate um especialista. A PCV Dinheiro através do projeto “Os segredos para SUA prosperidade total” tem um curso especial além de mentoria especializada, com metodologia própria que passa por 3 Pilares – da genética, psicologia e coaching financeiro.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/6-dicas-para-uma-vida-financeira-mais-prospera/105101/